MÚSICA
Quinteto Violado
35 anos de tradição, responsabilidade social e inovação
O grupo surgido em plena época do tropicalismo (anos 70) focou seu trabalho na música regional, valorizando a cultura musical brasileira através de trabalhos de pesquisa musical, agregando as experiências pessoais dos seus integrantes. Dessa época até hoje o Quinteto e sua música elaborada com Contra-baixo, violão, viola, flautas, teclados, percussão variada e vozes, conquistam cada vez mais admiradores pelo Brasil e pelo mundo.
A música do quinteto é orgânica, com personalidade local, mas quando projetada, tem referências independente da nacionalidade. É um som universal com fortes influências nordestinas e cosmopolitas na sua harmonia. Algumas poesias ou letras são dos próprios integrantes, mas a maioria é leitura do cancioneiro popular que recebe roupagem nova com arranjos transformadores. As músicas têm um toque de contemporaneidade e improvisos típicos do jazz, passeando do erudito ao mais popular dos estilos.
Não é exagero dizer que o primeiro disco do grupo, há quase 35 anos atrás, plantou uma semente de mudança no modo de sentir e expressar a música do Nordeste do Brasil. Música essa que conquistou novos e amplos horizontes pelo mundo. Europa e África receberam o Quinteto Violado de braços, olhos e ouvidos bem abertos. França, Alemanha, Áustria, Bélgica, Portugal, Suíça, Itália e a antiga Iugoslávia. Os angolanos, moçambicanos e cabo-verdianos também conheceram esta nova música brasileira, fundamentada na cultura nordestina e aprovaram. São freqüentemente visitados pelo grupo.
Possuem hoje um acervo de mais de quarenta discos lançados no Brasil e no exterior, tendo realizado em 2005 o seu primeiro DVD –“5 Peba na Pimenta”, distribuído pela gravadora TRAMA.
Através do site www.quintetoviolado.com.br pode-se acessar sua trajetória e discografia.
Em 1997 o grupo criou a Fundação Quinteto Violado tendo por objetivo “valorizar e estimular o crescimento do homem através da arte, realizando ações sócio-culturais melhorando a qualidade de vida e exercendo a cidadania”.
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